O arraial dos meus sonhos
Jabert Diniz Júnior No dia oito de junho de 2026, segunda-feira, entre dez e onze horas da manhã dei um passeio pelo largo de Santo Antônio e tirei alguns retratos. "Retratos" esses que, de fato, "retratam" os novos tempos. Algumas barracas (de madeira ou de chapas de metal) estavam abertas e funcionando, homens e mulheres trabalhando, alguns dando manutenção nos brinquedos para que estivessem com a segurança necessária e em bom funcionamento à noite. Enfim, até aí, tudo dentro da normalidade de um arraial da festa do nosso glorioso Santo Antônio. Mas, para quem viveu estas festividades quando era criança nos anos 70, como eu, nota algumas diferenças, algumas ausências determinantes nos dias atuais. Naquele tempo, no período da festa de Santo Antônio (de 1⁰ a 13 de junho), por toda a manhã, podemos ter a certeza de que havia uma infinidade de crianças correndo, brincando e se divertindo pela praça da Matriz, por entre as barracas. Pode parecer nostalgia, até porqu...