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Jogos dos Servidores da Ufopa 2026 - Troféu Júlio Heleno Lages Pereira

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Jabert Diniz Júnior   Foi lindo, foi muito emocionante.  A abertura dos Jogos dos Servidores da Ufopa, edição 2026, foi simplesmente espetacular. Com presença das cinco equipes que disputarão o campeonato de futsal masculino dos Servidores da Ufopa este ano, denominato Troféu Júlio Heleno Lages Pereira , a abertura, realizada na noite de 27 de outubro de 2026, foi um verdadeiro sucesso de público e de emoção. Comandada pelo coordenador da CEL, Jonnes Pedroso, o momento que precedeu a primeira rodada do torneio, foi um acontecimento à parte. Iniciada com a perfilação das cinco equipes, Jonnes comandou a festa, chamando para compor a "mesa" de autoridades da Instituição, o Pró-reitor da PROCCE,  Cauan Ferreira Araújo, o   Pró-reitor da PROGEP, Túlio Pereira de Souza e a Reitora Aldenize Ruela Xavier . As equipes perfiladas Créditos: Andresson Pontes E, para receber as homenagens ao grande amigo e parceiro de futebol em quatro edições dos Jogos dos Servidores, o M...

Meu Brinco

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Jabert Diniz Júnior   Brinco :  O vocábulo "brinco" pode ter vários significados:  pode ser uma joia, ou bijuteria, que serve de enfeite para as orelhas; pode se referir a algo que está muito limpo e bem arrumado ( Ex.: humm, este lugar está um brinco! ); pode, também, ser a conjugação do verbo brincar na primeira pessoa do singular do presente do indicativo: Eu brinco! O verbo "brincar", na verdade, originou-se a partir da palavra brinco, no sentido de fazer gracejos ou passatempos. No meu caso, no nosso caso (meu e dos meus irmãos), Brinco tem um significado muito singular, muito especial. Brinco foi o nosso cãozinho, quando éramos crianças. Que eu me lembre, foi o nosso primeiro "pet", pois que eu era bem pequeno e não me recordo de outro antes dele. Depois, sim,  depois houve outros cãezinhos de estimação. Mas Brinco foi muito especial; cresceu junto com a gente e, com ele, brincamos muito, fazendo jus ao seu nome. Eu tinha uns quatro ou cinco anos qu...

O sapo da Mariinha e o Periquito da Cruz

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Jabert Diniz Júnior   Menino é menino em todos os tempos, mas parece que na época da gente, a época de cada moleque, os moleques eram mais danados. Do meu tempo de moleque, por exemplo, tenho muitas lembranças das traquinagens daquela molecada da qual fazia parte.  Brincávamos muito. E conversávamos bastante também. Tempo bom demais. À noitinha, quando já não estávamos mais em brincadeiras de correr, tipo jogando bola, brincando de pira ou de bandeirinha, a gente tava reunido numa esquina contando e ouvindo estórias. E nessas rodadas de conversa de moleque surgia de tudo: piadas, estórias de vizagem ou alguma fofoca da cidade. Apelido, quase todo mundo tinha: Cassete, Tibureca, Macarrão, Macaco, Bita, Mazote, Vadico, Roldão, Coruja, Pulega, Cazuza, Estrepa Caju, Sapo, Barriga, Bacu, Capim Gordura, Boto, Canela, Nhango, Boca, Cubaixo, Galo, Calango, e por aí vai. Muitos moradores da cidade eram conhecidos por serem marido de uma senhora mais popular, ou, ao contrário, a senhora...

União de todos

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Jabert Diniz Júnior   Muitas coisas que foram muito tradicionais num passado nem tão distante, acabaram caindo em desuso nos dias atuais.  Nas décadas de 1950, 1960 e 1970 e até nos anos 1980, os clubes sociais com seus tradicionais bailes davam a tônica, em cidades brasileiras, especialmente nas cidades interioranas. Em Alenquer, os clubes tradicionais foram se acabando. Uns fecharam suas portas e encontram-se em ruínas, ou transformaram-se em outros empreendimentos ("Xeque-mate", "Marrom Glacê", "Rodoviária", "Rio Negro"). Outros ainda estão de pé, mas praticamente abandonaram suas festas tradicionais (Aningal e Internacional, por exemplo). Mas isso não é um fenômeno local. Sede do Marrom Glacê, palco de muitas festas na década de 1980, em ruínas.  Há, porém, um clube da cidade que resiste até hoje e ainda promove algumas de suas festas tradicionais do passado. É o União Esportiva . Este, não só resiste aos novos hábitos dos tempos atuais, como...

Eles dizem...

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  Jabert Diniz Júnior N ãããooo, João!!!! Seu João Edson, dessa vez, quase foi parar no teto como um gato assustado. Quase jogou pro alto o copo e a garrafa d'água que estavam em suas mãos, com o susto que sua esposa lhe deu.  Ele tinha acabado de almoçar e só ia beber água.  - Meu Deus, que foi que eu fiz agora....????, perguntou o assustado marido. - Você não sabe que não é certo beber água assim? - Assim, como, mulher? - Assim, João, assim... Você  não pode beber água logo depois de almoçar, homem. Tem que esperar meia hora. E agora você  tem que ter sua garrafinha d'água chic, meu bem. Agora você tem que beber um golinho de cada vez. - Mas como, já? Eu sempre bebi água desse jeito, mulher. Por que diacho que eu não posso mais??? - Mas está errado, "fofo". "Eles dizem" que a gente tem que beber água devagarinho. Não pode beber meio litro de uma vez. E após as refeições, tem que esperar meia hora pra poder beber... - Mas, por quê, por que agora é diferente?...

O arraial dos meus sonhos

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Jabert Diniz Júnior No dia oito de junho de 2026, segunda-feira, entre dez e onze horas da manhã dei um passeio pelo largo de Santo Antônio e tirei alguns retratos. "Retratos" esses que, de fato, "retratam" os novos tempos. Algumas barracas (de madeira ou de chapas de metal) estavam abertas e funcionando, homens e mulheres trabalhando, alguns dando manutenção nos brinquedos para que estivessem com a segurança necessária e em bom funcionamento à noite. Enfim, até aí, tudo dentro da normalidade de um arraial da festa do nosso glorioso Santo Antônio. Mas, para quem viveu estas festividades quando era criança nos anos 70, como eu, nota algumas diferenças, algumas ausências determinantes nos dias atuais.  Naquele tempo, no período da festa de Santo Antônio (de 1⁰ a 13 de junho), por toda a manhã, podemos ter a certeza de que havia uma infinidade de crianças correndo, brincando e se divertindo pela praça da Matriz,  por entre as barracas. Pode parecer nostalgia, até porqu...